Louca Inocência
A gente escreve a partir de uma necessidade de comunicação e de comunhão com os demais, para denunciar o que dói e compartilhar o que dá alegria. A gente escreve contra a própira solidão e a dos outros. A gente supõe que a literatura transmite conhecimento e atua sobre a linguagem e a conduta de quem a recebe; que ajuda a nos conhecermos para nos salvarmos juntos. (José Domingos de Brito)

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Ás vezes acabar sozinha seja uma sina ou uma tradição difícil de quebrar, talvez não esteja em meu hábitat natural e também não tenha o interesse de me adaptar. Sozinha, e confesso não totalmente disposta ou mesmo completamente feliz. Há um certo desapontamento em algum lugar por aqui e uma sensação de vazio. Nada muito grave, mas a plenitude não é alcançada, ainda quero fugir para a minha realidade paralela, algum livro, outro tempo, universo. Um onde eu seja quem quero ser e se não gosto pisco os olhos. Algum lugar onde a coragem e a confiança prevaleçam e nada me impeça de fazer o que quero. E no entanto mesmo que negue e crie obstáculos o impedimento real sou eu, a que prende a própria alma. 
(*Louca Inocência)

Ás vezes acabar sozinha seja uma sina ou uma tradição difícil de quebrar, talvez não esteja em meu hábitat natural e também não tenha o interesse de me adaptar. Sozinha, e confesso não totalmente disposta ou mesmo completamente feliz. Há um certo desapontamento em algum lugar por aqui e uma sensação de vazio. Nada muito grave, mas a plenitude não é alcançada, ainda quero fugir para a minha realidade paralela, algum livro, outro tempo, universo. Um onde eu seja quem quero ser e se não gosto pisco os olhos. Algum lugar onde a coragem e a confiança prevaleçam e nada me impeça de fazer o que quero. E no entanto mesmo que negue e crie obstáculos o impedimento real sou eu, a que prende a própria alma.

(*Louca Inocência)


Postado em 15/1/2012 às 15:33 |
Tags: # loucainocencia